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“Não me tragas problemas, traz-me soluções”

 

Quantas vezes já ouviu essa frase de uma chefia? Provavelmente, inúmeras. A intenção, à primeira vista, é positiva: incentivar a capacidade crítica dos colaboradores, promover a proatividade e reforçar a responsabilidade individual na procura por alternativas para os desafios do dia a dia.

No entanto, essa expressão pode ser recebida doutra forma: como um sinal de que a liderança não está disposta a explorar as causas dos problemas, dando a impressão de que discuti-los é indesejável ou até um sinal de fraqueza. Embora seja razoável esperar que um colaborador tente resolver questões antes de leválas a uma chefia, a insistência na necessidade de apresentar sempre soluções pode gerar um efeito colateral: o silenciar das equipas.

Afinal, se um problema é complexo, interdependente de vários fatores e sem uma resposta clara, o receio de não ter uma solução pode fazer com que os colaboradores simplesmente evitem falar sobre ele.

O caso de Pedro: quando a solução não é simples

Pedro, um gestor experiente, estava a enfrentar dificuldades com um dos seus colaboradores há meses. Apesar de apresentar excelentes resultados, o colaborador frequentemente entrava em conflito com clientes e colegas. Pedro tentou abordá-lo diretamente, destacando a importância de um comportamento mais adequado, mas o profissional justificava sempre as suas atitudes dizendo que os clientes estavam errados. Qualquer tentativa de conversa transformava-se rapidamente num embate.

Sabendo que o seu chefe não queria ouvir problemas sem soluções, Pedro propôs a transferência do colaborador para outro setor. Como a sugestão não foi bem recebida e ele não via outra saída, passou a evitar o assunto. Em reuniões, assegurava que tudo estava resolvido, mascarando a realidade para evitar parecer incompetente ou incapaz de lidar com a situação. Esse é um reflexo de uma cultura empresarial que desencoraja a vulnerabilidade e penaliza quem não tem respostas imediatas.

Mudar o paradigma: de soluções prontas para descobertas guiadas

Como podemos criar um ambiente onde os problemas possam ser discutidos sem que isso seja visto como um sinal de fraqueza? A chave está numa mudança na forma como os líderes abordam essas questões.

Quando um colaborador levanta um problema, é provável que ele já tenha explorado várias alternativas antes de trazer a questão para a chefia. Em vez de exigir soluções prontas, um líder eficaz deve iniciar a conversa com uma pergunta essencial: “O que já tentou até agora?”

Ao entender as abordagens que já foram testadas, o gestor pode guiar um processo de reflexão estruturada. Esse método permite que ambos, líder e colaborador, alternem entre uma visão macro e micro da situação, explorando causas e possíveis soluções de forma conjunta.

Essa abordagem não garante que todos os problemas serão resolvidos rapidamente, mas fortalece uma cultura de autenticidade, colaboração e coragem para encarar desafios de forma transparente. Em vez de um ambiente onde falar de problemas é visto como uma fraqueza, cria-se um espaço onde os desafios são tratados como oportunidades para a aprendizagem e melhoria contínua.

Talvez o verdadeiro mantra deva ser: “Traga-me problemas. Vamos pensar juntos na solução.”

 

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